Assembleia Geral Eleitoral

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NOS TERMOS DOS ESTATUTOS EM VIGOR, E EM CONFORMIDADE COM O DISPOSTO, NO NÚMERO 2, DO ARTIGO 17º, DOS REFERIDOS ESTATUTOS, CONVOCO OS SÓCIOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS- APRENDÊNCIAS, PARA REUNIREM, EM SESSÃO ORDINÁRIA DA ASSEMBLEIA GERAL ELEITORAL, NO DIA 19 DE DEZEMBRO DE 2015, DAS 15,30 HORAS ÀS 19,30 HORAS, NA SALA DE REUNIÕES DO GABINETE DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS, NA CIDADE DA PÓVOA DE VARZIM, COM A SEGUINTE ORDEM DE TRABALHOS:

PONTO ÚNICO – ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS, PARA O TRIÉNIO DE 2015/2018.

VOTOS POR CORRESPONDÊNCIA: NOS TERMOS DOS ESTATUTOS DA APEFA, OS ASSOCIADOS IMPOSSIBILITADOS DE COMPARECER, NA DATA E LOCAL DESIGNADOS PARA A AG ELEITORAL, PODEM EXERCER O SEU DIREITO DE VOTO ATRAVÉS DE CARTA, VIA CORREIO POSTAL, ATÉ ÀS ZERO HORAS DO DIA 17 DE DEZEMBRO DE 2015.

ASSIM, O SÓCIO DEVE PROCEDER AO DOWNLOAD DO BOLETIM DE VOTO, NO SÍTIO DA APEFA, EM WWW.APEFA.ORG.PT, PREENCHÊ-LO E ENDEREÇÁ-LO, EM ENVELOPE FECHADO, PARA A SEGUINTE DIRECÇÃO: APEFA, RUA DO BOÍDO, 16, 4490-438 PÓVOA DE VARZIM.

RECORDA-SE QUE O EXERCÍCIO DE VOTO ESTÁ VEDADO AOS SÓCIOS QUE NÃO ESTEJAM NO PLENO GOZO DOS SEUS DIREITOS, CONFORME DETERMINADO NOS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS- APRENDÊNCIAS.

APEFA, 16 DE NOVEMBRO DE 2015

O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA GERAL

ÁLVARO ANTÓNIO ARMANDO DE SOUSA PEREIRA MOURA, DR.

 

Convocatória

Comunicado / Lista candidata

Lista Candidata – Lista A

Boletim de Voto

 

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Mais de meio milhão de Portugueses sem qualquer nível de escolaridade!

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COMEMORA-SE HOJE, 8 DE SETEMBRO, O DIA INTERNACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO.

Celebra-se, hoje, o Dia Internacional da Alfabetização, instituído em 1967, pela ONU e UNESCO, com o objetivo de alertar para este flagelo que, em pleno sec. XXI, atinge milhões de pessoas, em todo o mundo.

Em Portugal, mais de meio milhão de pessoas são analfabetas. São cidadãos sem qualquer nível de escolaridade, que não sabem ler nem escrever.

Portugal apresenta uma das mais elevadas taxa de analfabetismo, de 5.2 %, ocupando um dos últimos lugares da tabela dos países europeus.

A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS solidariza-se com estas pessoas e repudia, profundamente, o faz-de-conta e a completa ausência de uma estratégia política solidária no combate ao analfabetismo em Portugal, acentuado, deliberadamente, pelas práticas dos últimos governos.

Segundo os Censos 2011, Portugal tem sem qualquer nível de escolaridade, na faixa etária dos 15-24, 6.434 adultos; dos 25-44 anos, 42.945 adultos; dos 45-64 anos, 75.659 adultos; E, dos mais de dois milhões de portugueses maiores de 65 anos, 412.710 mil também não tem qualquer nível de escolaridade. Estes portugueses, são, completamente esquecidos e ignorados pelas últimas políticas de Educação de Adultos que, na lógica da empregabilidade, reforça a subordinação funcional das políticas e práticas de Educação de Adultos às exigências do mercado. Este grupo de portugueses está impedido de um direito inalienável do acesso à formação, por constrangimentos e puro vazio legal, que teima em persistir, apesar da APEFA ter denunciado, por várias vezes, este problema junto das estruturas do Ministério da Educação.

A revogação, em 2010, do Despacho 37/SEEBS/93, de 15 de Setembro, com a publicação da Portaria 1100/2010 de 22 de outubro, que institui o Programa de Formação de Competências Básicas, impossibilitou uma Alfabetização ajustada e circunstanciada à especificidade e diversidade dos públicos e dos territórios vulneráveis.

APEFA lança um desafio aos políticos e à comunicação social: erradicar o analfabetismo em Portugal com a implementação de Plano Integrado de Erradicação do Analfabetismo, e atingirmos uma taxa de alfabetização de 99%, em 2020. Gestos simples: criar uma opinião pública sensível e favorável e retomar, legalmente,  as chamadas “modalidades perdidas” – o extra-escolar, a alfabetização, para possibilitar a criação de dinâmicas territoriais locais, promovendo a oferta formativa ajustada, diferenciada e flexível, identificada com os territórios, favorecidos e desfavorecidos.

A APEFA exige políticas de Educação de Adultos, coerentes, promotoras de coesão social e atentas a toda a sociedade portuguesa, integradas e solidárias com os territórios vulneráveis e de baixa densidade.

A Educação de Adultos, em Portugal, tem sido configurada conforme a necessidade de esta concorrer para o cumprimento de agendas que, a cada momento, os governos centrais identificam como constituindo a sua prioridade nacional. Esta perspectiva é, assumidamente, reducionista, funcional e, por isso, míope, enfoca num sistema de Educação e Formação de Adultos em claro prejuízo para as pessoas e  comunidades.

O analfabetismo é castrador de iniciativas e de vidas!

Não saber ler nem escrever, coarta a liberdade e deixa as pessoas reféns de vontades e de interpretações de terceiros, tornando-as dependentes e frágeis.

 

O PRESIDENTE DA DIREÇÃO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS,

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Acordo de Parceria entre APEFA e o “World of Discoveries”

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Pelo seu interesse e pertinência que o assunto pode merecer, somos, pelo presente, a informar todas as entidades cuja missão é a Educação e Formação de  Jovens e Adultos que a ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS – APRENDÊNCIAS, [ APEFA ], integra o conselho de Embaixadores do Museu Interativo World of Discoveries e celebrou, com este, um acordo de parceria proporcionando condições vantajosas de ingresso.

Assim, embora exclusivo aos sócios da APEFA (inscrição de associado grátis e aberta a todos os envolvidos em processos de EFA: entidades formadoras públicas e privadas, formandos, formadores, professores, profissionais de EFA, TORVC, etc), partilhamos a informação:

  1. Desconto imediato de 15% na bilheteira, sobre o preço de tabela geral, para todos os associados da APEFA.
  2. – Para famílias APEFA, ou seja, em que um dos membros da família é associado da APEFA, temos também condições especiais:  36€ para 2 adultos e 2 crianças, aplicando-se os 6€ por cada criança além deste rácio.
  3. – Para grupos escolares, cujo professor/formador seja associado da APEFA o preço por aluno é de 6€, ou seja, aplica-se o preço para Grupos Escolares.
  4. – Grupos de professores / formadores, associados da APEFA, organizados em número superior a 20 elementos, usufruem de preço por pessoa de 8€.

Para usufruir das vantagens deste acordo, é obrigatória a identificação com o cartão de Associado da APEFA, gerado aquando da sua inscrição como sócio. Se, dele, não é detentor, solicite uma 2ª via,  através do seguinte endereço: apefa.aprendencias@gmail.com

Para mais completa informação, tomamos a liberdade de apresentar a tabela geral de preços de acesso ao World of Discoveries:

14€ (Adultos);  11€ (Seniores e Estudantes);  8€ (Crianças até aos 12 anos);  Grátis (Crianças até aos 3 anos);  6€ (Grupos Escolares)

Acordo

Folheto-Escolas

Brochura

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O inquérito realizado aos coordenadores da rede nacional de CQEP traduz preocupações que importa reter

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Formalmente constituídos e em fase de implementação e operacionalização nos diversos territórios, os CENTROS PARA A QUALIFICAÇÃO E O ENSINO PROFISSIONAL, [CQEP], sinalizam e identificam, neste processo, fragilidades que importa a todos, construtivamente, refletir, agilizar e encontrar as conjugações e os inputs necessários ao bom decurso destes dispositivos, se considerados os superiores interesses dos seus utentes, jovens e adultos, substantivamente, prejudicados, os adultos,  pelo abrupto encerramento das anteriores estruturas dos CNO.

No âmbito da sua missão de defesa, estudo e promoção da Educação e Formação de Adultos e Ensino Profissional, em Portugal, a ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS, [APEFA], atenta ao processo de implementação destes dispositivos no terreno, promoveu um estudo, através de inquérito, junto de todos os Coordenadores da Rede Nacional de CQEP.

Foi entendimento da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS que, precisamente, neste momento, aferir e conhecer, com maior acuidade, circunstância e abrangência, a real situação vivida, no terreno, por cada um dos senhores Coordenadores de CQEP e respetivas equipas de trabalho, postas perante as novas valências, dimensões e públicos, assim como a identificação das fragilidades e auscultação de propostas, se afigurava fundamental para uma mais rápida e eficaz resposta aos adultos portugueses colmatando uma grave lacuna da Educação e Formação de Adultos.

Nesse inquérito, cujos resultados, agora, damos nota, onde a salvaguarda deontológica do direito de confidencialidade e o respeito pela privacidade dos respondentes foi e será garantida, são manifestamente, identificadas questões que, para a operacionalização dos CQEP, urge colmatar e que a tutela terá de analisar e considerar se, em causa, presidirem princípios de eficiência e de igualdade de oportunidades.

Também outras questões, como a inexistência de resposta a nível da alfabetização, a oferta educativa e formativa deficitária e o seu desconcerto face às realidades locais e estratégias de desenvolvimento integrado, protagonizado pelos atores políticos, sociais e económicos, na dimensão de EFA que penalizam os nossos concidadãos, acentuando diferenças e desigualdades, constituem preocupações da APEFA.

A APEFA agradece a colaboração de todos os participantes.

03 de junho de 2014

Resultados – Gráficos – para download

Opinião direta dos coordenadores de CQEP

Apresentação dos Resultados

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Comunicado – Rede CQEP

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Precisamente há um mês – 11 de dezembro de 2013 – com contida pompa e alguma circunstância, na Junqueira, em Lisboa, nas instalações da antiga FIL, o Secretário de Estado do Emprego, Octávio Oliveira e o Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, juntamente com o Presidente e o Vogal do Conselho Diretivo da ANQEP, I.P., Gonçalo Xufre e Francisco Marques, respetivamente, apresentaram, solenemente, às cinco centenas de dirigentes, convocados a Lisboa para o efeito, e ao país, via Microsoft web e em count down, a Nova Rede Nacional de CQEP, enunciando um prazo de 60 dias, a partir desse momento, para a sua implementação e funcionamento no terreno pelas entidades e escolas cujos projetos se sagraram aprovados.

Afirmada pelos Senhores Secretários de Estado como uma realidade e de importância fulcral, a Rede Nacional de CQEP, um mês após a sua pública apresentação, não existe.

A população adulta portuguesa continua no trajeto do esquecimento que dura há mais de dois anos e meio, altura em que, irrefletidamente, esta equipa governamental encerrou uma oferta, em manifesto prejuízo direto para as pessoas e economia, em lugar de a reestruturar e credibilizar.

Os adultos que pretendem estudar e aumentar o seu perfil competencial estão sem resposta formativa.

Os CQEP continuam a aguardar a publicação da legislação suporte para que possam cumprir a missão para que foram criados e operarem no terreno.

Algumas entidades, na última semana (dias 8 e 9), viram os despachos de autorização de criação e de funcionamento de CQEP publicados, mas  a falta da publicação de legislação específica e estruturante relativa ao seu funcionamento, como as linhas orientadoras e de afetação de recursos, inviabilizam a sua consecução, mantendo-se, por isso, estagnado e inoperacional o processo.

Esta realidade contradita com a publicidade e a divulgação públicas aos CQEP, quer na comunicação social quer pelo envio de brochuras e cartazes para as autarquias e escolas, encetada pela ANQEP, anunciando uma oferta que, efetivamente, não existe e provocando, nos milhares de adultos portugueses, um sentimento de logro e de revolta.

A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE EDUCAÇÃO DE ADULTOSAPEFA, está profundamente preocupada com esta inoperância, lamenta e repudia as manobras e encenações dilatórias e simuladas, pois, quando, publicamente, se anuncia o funcionamento destas estruturas por todo o país e estas não existem, a credibilidade e honorabilidade dos atores no terreno é atingida e o projeto pode ser questionado.

Assim, a APEFA, incessantemente interpelada, por adultos, preocupados na alternativa de obtenção ou melhoria da sua escolaridade e certificação de competências, exorta os Ministérios da Educação e Ciência e o Ministério do Emprego, tutelares da ANQEP,I.P. e responsáveis pela atual situação, a encontrarem a uma rápida resolução e a publicação da legislação em falta em favor das pessoas e do País uma vez que esta ausência de resposta constitui um sério revés aos projetos pessoais e individuais dos adultos que, desesperadamente, buscam alternativas profissionais, muitas deles, no estrangeiro.

APEFA, 11 de janeiro de 2014

A Direção

Comunicado

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